sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O uso da internet residencial apresenta alto crescimento

Com a melhora do serviço de internet, o uso residencial tem crescido a cada dia.
No mês de julho, 23,7 milhões de pessoas usaram a internet a partir de suas residências.
Isso representa um aumento de 28% em um ano.
Este índice chama a atenção das redes que possuem vendas pela internet. Existem varios casos onde as lojas das grandes redes que mais faturam, são as lojas virtuais.
O segmento que apresenta o melhor resultado é o de Viagem e Turiso - com 56,4% de crescimento.

Fonte: GD & MD

O que os consumidores fazem nos Shopping's?

Uma pesquisa realizada pelo instituto Qualibest na capital paulista para avaliar os hábitos e características dos freqüentadores de shoppings centers mostra que as três razões principais que levam as pessoas aos shoppings são:
  • praças de alimentação (85% de citações)
  • compras (82%)
  • cinema (81%).
A média mensal de gastos é de R$ 330, sendo que os residentes da zona central da cidade e os consumidores da classe B são os que mais gastam: R$ 445 e R$ 455, respectivamente.

Não é a toa que temos tantas inaugurações de Shopping's pelo Brasil.

fonte: Gouvea de Souza GS&MD

Novas Tecnologias de pagamentos

Tudo indica que as novas tecnologias de pagamentos farã parte do cotidiano dos consumidores.
Segundo uma pesquisa realizada pela TNS InterSience - empresa de pesquisa do mercado - o mobile payment promete ser a maior aposta das instituições financeiras nos próximos anos.

Mesmo ainda tendo parte dos consumidores que resistem o uso de celulares para pagamentos, 27% dos usuários de celular têm interesse na utilização do Mobile Wallet.

É o mundo se adequando a crescente evolução tecnológica.

Lei a matería na íntegra através do link: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=92557&C=8

Apenas 15% dos cartões débito estão ativos

Embora o uso dos cheques tem diminuído com o passar dos anos, ainda é baixo o uso dos cartões de débito no Brasil.
Segundo uma pesquisa realizada pela Visa, isso ocorre, pois a maioria dos usuários desconhece a função débito nos cartões.
Enquanto nos países como EUA e França, o índice de cartões ativos é de 90%, no Brasil sé de apenas 15%. E mesmo quando esses cartões estão ativos, a utilização pe muito baixa – apenas 6X por mês, enquanto nos mercados maduros é de 29X.
Pelo que tudo indica, ainda teremos uns bons anos para o mercado amadurecer com a nova evolução do “dinheiro de plástico”.

Fonte: Gazeta Mercantil 29/08/08

terça-feira, 12 de agosto de 2008

A Policard compra mais um concorrente


Policard concluiu mais uma etapa de sua estratégia de crescer via aquisições: comprou a base de clientes da concorrente Super Card, de Goiás (valor não revelado).
Sua 2ª aquisição este ano: em março, comprou a Basecard, com forte atuação em Salvador, Recife e Natal.
Com aquisições, Policard ganha em escala e reduz a concorrência – em jul/08, com 35 mil lojas conveniadas e 1 MM de cartões ativos, movimentou R$ 100 MM.
Processo de absorção da nova empresa começa dentro de 30 dias – previsão de concluir em até 3 meses, com troca dos cartões e dos equipamentos (investimento em torno de R$ 2 MM).
Metas da Policard: em 2008, movimentação financeira superior a R$ 1,2 bi; em 2010, elevar este montante para R$ 5 bi.
Em 2010, pretende abrir capital.

fonte: Gazeta Mercantil 12/08/08

Aumenta o uso de cartões no Brasil



Meios eletrônicos de pagamento crescem a cada ano no Brasil e vêm substituindo uso do cheque.
Levantamento BC destaca: em 2007, uso dos cartões (sem contabilizar pagamentos em dinheiro) somou 50% dos pagamentos no varejo (46,2% em 2006).
Representatividade do cheque caiu de 23,1% para 19%
Entre 2002 e 2007, brasileiros aumentaram valor movimentado por meios eletrônicos: cartão de débito avançou 322% e cartão de crédito, 180%
Dados são do relatório "Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil - Adendo estatístico/2007".
fonte: PartnerReport

domingo, 13 de julho de 2008

VISA E BRADESCO ESTRÉIAM PAGAMENTO SEM CONTATO NO BRASIL


A Visa, em parceira com o Bradesco, VisaNet e Gemalto, traz ao Brasil o Visa payWave, produto que permite pagamentos por aproximação.
O projeto-piloto terá seis meses de operação nas 10 lojas Starbucks em São Paulo.
Nesta primeira fase, 3 mil clientes dos cartões Bradesco/Visa terão a oportunidade de testar a novidade na rede de cafeterias.
O modelo de negócio já funciona, com sucesso, em 12 países ao redor do mundo (Estados Unidos, Taiwan, Coréia, Malásia, Cingapura, Canadá, Reino Unido, Hong Kong, Guatemala, Tailândia, França, Suiça e Turquia).
No Brasil, o Visa payWave está instalado em cartões que têm a função crédito, com compras limitadas ao valor de R$ 100,00.

terça-feira, 1 de julho de 2008

CLASSE C CRESCE PARA 44% E IMPULSIONA CARTÃO DE CRÉDITO

Pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep/Nielsen) mostra que nos últimos dois anos o percentual de brasileiros na classe C passou de 37%, em 2006, para 44% em 2007. Neste período, 22,5 milhões de brasileiros entraram nesta camada da população. Com isso, cresceu também o acesso aos cartões de crédito. Enquanto a participação dos cartões nos consumidores em geral subiu de 46,1% para 53,5%, entre 2006/07, na classe C o índice passou de 51% para 57,8%.

fonte: partiner report

REDECARD LANÇA PROMOÇÃO PARA VAREJISTAS

A Redecard acaba de lançar uma promoção para os varejistas do setor de alimentação, farmácias, postos de combustíveis e vestuário. Até 31 de agosto, os lojistas que conquistarem os melhores resultados de vendas com os cartões de débito MasterCard® Maestro® concorrerão a viagens internacionais, ingressos para assistir ao jogo do Brasil nas Eliminatórias da Copa do Mundo em 2010, TVs de plasma e computadores. Cerca de 150 mil varejistas de todo o Brasil devem participar da campanha. O regulamento e outras informações estão no site www.debitoegol.com.br.

fonte: partiner report

MASTERCARD E TAM RELANÇAM PROMOÇÃO "PAGA 1, VIAJAM 2"

A MasterCard e a TAM Viagens relançam a promoção "Paga 1, Viajam 2" em que, após 10 compras com os cartões MasterCard, a aquisição de um novo pacote da unidade de turismo da companhia aérea dá direito a outro, gratuito. Após os gastos, o cliente recebe um voucher que, apresentado na compra de um pacote da TAM Viagens, dá direito a uma passagem gratuita para um acompanhante. A promoção vai até o dia 14 de novembro e as viagens poderão ser feitas até 15 de dezembro, com exceção do mês de julho.

fonte: Partner Report

sexta-feira, 27 de junho de 2008

PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NO CHILE PREFEREM PAGAR EM CHEQUE

No Chile, o meio preferido de pagamento das pequenas e médias empresas continua sendo o cheque. Pesquisa da MasterCard e da consultoria Punto Vista mostra que 90% do segmento de PME´s prefere o cheque. O pagamento com cartões é preferência para apenas 15% delas. O dado demonstra que há muito espaço para o crescimento dos meios de pagamento e financiamento eletrônicos neste setor no país.
fonte: Partner Report

CHEQUES PRÉ-DATADOS ELEVAM VENDAS

O crescimento das vendas no varejo mantém aquecida a utilização de cheques pré-datados e lideram nas compras realizadas no setor vestuário, calçados e supermercados, segundo pesquisa realizada pela Telecheque, empresa de concessão de crédito no varejo. De acordo com o estudo, no mês de maio, o índice de cheques pré-datados atingiu 91,01% no setor de vestuário, 86,98% no setor de calçados e 85,74% no setor de supermercados. A média nacional de parcelamento de cheques ficou em 81,47%."O pagamento das compras utilizando os cheques pré-datados continua como uma opção freqüente dos consumidores. Alguns segmentos do comércio como vestuário, calçados e supermercados têm oferecido condições atrativas de pagamento em cheque, conseguindo assim fidelizar este consumidor”, comenta José Antonio Praxedes Neto, vice-presidente da Telecheque.
Dos cheques pré-datados emitidos, o setor de supermercados apresentou 97,18% no índice de cheques honrados 0,63% maior que à média nacional de 96,57%, já o setor de calçados teve 96,93% e vestuário com 96,59% dos cheques honrados no período.


fonte: Consumidor Moderno

CHEQUES PRÉ-DATADOS ELEVAM VENDAS

O crescimento das vendas no varejo mantém aquecida a utilização de cheques pré-datados e lideram nas compras realizadas no setor vestuário, calçados e supermercados, segundo pesquisa realizada pela Telecheque, empresa de concessão de crédito no varejo. De acordo com o estudo, no mês de maio, o índice de cheques pré-datados atingiu 91,01% no setor de vestuário, 86,98% no setor de calçados e 85,74% no setor de supermercados. A média nacional de parcelamento de cheques ficou em 81,47%."O pagamento das compras utilizando os cheques pré-datados continua como uma opção freqüente dos consumidores. Alguns segmentos do comércio como vestuário, calçados e supermercados têm oferecido condições atrativas de pagamento em cheque, conseguindo assim fidelizar este consumidor”, comenta José Antonio Praxedes Neto, vice-presidente da Telecheque.
Dos cheques pré-datados emitidos, o setor de supermercados apresentou 97,18% no índice de cheques honrados 0,63% maior que à média nacional de 96,57%, já o setor de calçados teve 96,93% e vestuário com 96,59% dos cheques honrados no período.




fonte: Consumidor Moderno

SHOPPING PIRACICABA PRESENTEIA COM ACESSÓRIOS DA MORANA

O programa de fidelidade do Shopping Piracicaba (ClubShopping), está presenteando os clientes associados com vales-compra de R$ 50,00 da loja de acessórios Morana.
Até o dia 30 de junho, quem registrar notas fiscais poderá ser presenteado e para participar é simples: o cliente precisa associar-se ao programa de fidelidade e registrar notas fiscais de qualquer valor no balcão de atendimento (entrada principal). Os presentes são distribuídos de acordo com critérios pré-estabelecidos, por isso, é importante o registro das notas fiscais das compras.


fonte: Maxpress 26/06/2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

VAREJO BUSCA OPÇÃO ÀS ALTAS TAXAS DOS CARTÕES DE CRÉDITO

Lojistas insatisfeitos com as altas taxas cobradas pelas transações com cartão e o aumento da reclamação de consumidores, que colocou os plásticos na liderança de queixas nos Procons (ultrapassando o setor de telefonia) estão provocando reações no mercado. Algumas lojas incentivam outras formas de pagamento, como o boleto bancário, oferecendo descontos de 5% a 25% para pagamento à vista nas compras pela internet. Outras, de menor porte, reduzem prazos do parcelamento no cartão e incentivam o uso do cheque.

O setor de cartões reage e começou há alguns dias a compartilhar as máquinas leitoras do cartão nos pequenos estabelecimentos e prepara um código de auto-regulação que vai punir os bancos que violarem as regras.

O forte aumento das compras parceladas sem juros (também conhecidas como "parcelado lojista"), que já respondem por mais de 50% das operações com cartão, reacendeu a velha briga entre estabelecimentos comerciais e bancos pelas taxas cobradas nas transações.

Só em abril, o estoque dos créditos em aberto nas faturas de cartão de crédito (que inclui o parcelado sem juros) subiu 67% em relação ao mesmo mês de 2007, segundo os dados mais recentes do Banco Central. Do total de crédito concedido com cartão, 65% são parcelados sem juros, dez pontos percentuais a mais que há dois anos. O restante está divido entre o parcelado com juros e o crédito rotativo (financiamento da fatura).

A bandeira MasterCard aumentou a remuneração dos bancos nas transações parceladas sem juros, por pressão das próprias instituições financeiras, que assumem o risco da operação. Com isso, houve aumento para alguns estabelecimentos que ameaçaram não mais aceitar os cartões da bandeira.

Roberto Medeiros, presidente da Redecard, empresa que credencia estabelecimentos para a MasterCard, diz que o aumento das taxas foi localizado e restrito ao parcelado sem juros. O parcelado, diz ele, aumenta a venda de produtos e traz novos clientes às lojas. Segundo Medeiros, as taxas são negociadas caso a caso e o aumento afetou menos de 1% da base de clientes da bandeira.

"As empresas querem aumentar as taxas que já são as mais altas do mundo", diz Emerson Kapaz, diretor do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). Segundo ele, o IDV prepara um amplo estudo sobre o assunto. "O cartão deveria ser aliado do varejo."

No parcelado sem juros, a loja dá o crédito e o banco assume o risco. Se o consumidor não pagar a fatura, a loja continua recebendo o valor das transações. O prazo médio é de três meses, mas em alguns lojas eletrônicas, como Submarino, Ponto Frio e Fast Shop, é possível encontrar financiamento sem juros em até 12 vezes. Por mais que as lojas digam que o financiamento é sem juros, ele não é. Há custos embutidos no preço, que vão desde as taxas dos cartões aos gastos com telefonia e aluguel das leitoras.

Algumas destas grandes redes também fecharam acordos exclusivos com grandes bancos para desenvolverem cartões em parceria, com condições diferenciadas. Estes plásticos oferecem prazo maior de financiamento (de até 24 vezes, com juros) e em alguns casos, preços menores.

Algumas redes maiores, como Ponto Frio e Saraiva, oferecem a possibilidade de pagamento à vista pelo boleto bancário com descontos que podem chegar a 25%. Na Saraiva, o preço é 5% menor no pagamento com boleto. Outras lojas virtuais, como Submarino e a Americanas, também oferecem a opção do boleto, mas sem o desconto no preço.

O pagamento via boleto é uma forma de o estabelecimento receber o valor do bem à vista. No parcelado sem juros, a loja recebe o valor do produto no mesmo número de vezes em que foi financiado. O parcelado lojista só existe no Brasil e surgiu no final dos anos 90 como uma alternativa ao cheque pré-datado.

Nas vendas à vista com cartão, a loja também recebe o valor do produto em 30 dias. Segundo Kapaz, esta é outra queixa recorrente. O senador Adelmir Santana (DEM/DF) apresentou um projeto de lei no Senado para reduzir este prazo. O argumento das empresas de cartão é que o consumidor só consegue os famosos 40 dias sem juros para pagar a compra por causa disso.

O setor de cartões é um dos que mais crescem no país há vários anos. Com expansão anual de 20%, o setor deve movimentar este ano quase R$ 200 bilhões e ultrapassar os 100 milhões de cartões de crédito em julho. De 2000 a 2007, o crescimento foi astronômico. O número de cartões subiu 232%, as transações cresceram 243% e o volume movimentado aumentou 263%.

Em meio ao forte crescimento, o setor acaba de ultrapassar as operadoras de telefonia em queixas nos diversos Procons estaduais. Os cartões já são os líderes em queixas, conforme foi anunciado no Ciab na semana passada, o principal congresso dos bancos. As taxas de juro mensal chegam a 16% (ou 494% ao ano), segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). A taxa média está em torno de 10% ao mês (214% ao ano).